Tratamento de esgoto no Brasil – Nós temos a solução

Saneamento é um dos grandes assuntos em alta no mundo inteiro sendo que em alguns locais estamos andando a passos largos e em outros estamos praticamente rastejando, fingindo que não há nada de errado ou que esse tipo de problema não tem relevância.

Toda a água que tratamos e distribuímos retorna para o meio ambiente, alterada com cargas orgânicas e químicas. No Brasil, cerca de 82,5% da população é abastecida com água tratada, número bom comparado à certos países, mas que com certeza temos que melhorar se quisermos um dia nos comparar com países desenvolvidos.

Mas a pior parte não é isso, a pior parte é saber que de toda esta água que utilizamos e vira de alguma forma esgoto, apenas 48,6% é coletada e, destes 48,6% coletados, apenas 40% são tratados.

Nosso passivo ambiental em relação  ao esgoto sanitário é muito alto e temos que olhar para este problema de forma mais critica e séria pois temos a obrigação de retornar esta água utilizada de uma forma respeitável para o meio ambiente.

A Erzinger sempre teve esse respeito ambiental como um dos pilares para inovação e desenvolvimento de seus produtos. Levando este respeito de maneira mais incisiva, a empresa está trazendo ao Brasil o que há de mais inovador no tratamento descentralizado de esgotos.

Estes equipamentos são uma saída para os locais onde redes coletoras e grandes estações de tratamento não são uma solução viável. É também um produto para as pessoas, que vêem como a Erzinger, que a falta de saneamento é um dos principais problemas atuais e que cada um deveria ter a consciência ambiental de devolver este efluente de maneira digna ao meio ambiente.  Estes equipamentos podem tratar o esgoto a partir de uma casa até pequenos condomínios e vilas. Mais informações: http://erzinger.com.br/produtos/solucoes-ambientais-completa.html#estacoes

Energia Fotovoltaica – A nova realidade

A energia fotovoltaica está entre as fontes de energia limpa que mais crescem no mundo. Esta tecnologia usa materiais semicondutores como o silício cristalino para converter a luz solar em energia elétrica.

Um sistema de energia solar fotovoltaica é composto por módulos fotovoltaicos, inversor solar, sistema de fixação das placas solares, cabeamentos, conectores e outros materiais elétricos padrões.

A partir de 2012 o consumidor brasileiro pôde começar a gerar sua própria energia a partir de fontes renováveis, compensando tal produção em troca de créditos em sua conta de luz – é a chamada mini ou microgeração.

Essa possibilidade foi inicialmente regulamentada pela Resolução Normativa nº 482/2012 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Desde novembro de 2015, entrou em vigor a Resolução 687/2015, que atualizou a norma anterior e trouxe uma série de mudanças. Entre os principais pontos da normatização está a permissão para que moradores de um mesmo condomínio se organizem para instalar conjuntamente um sistema fotovoltaico, de forma que consigam abater parte do valor na conta de luz de cada uma das residências.

A mesma regra aplicasse para um grupo de pessoas que mora em uma área próxima, e queira aproveitar a luz do sol em painéis compartilhados. Os prazos de validade dos créditos gerados na micro e minigeração foram prolongados de 36 para 60 meses, garantindo o benefício por um tempo mais prolongado. A redução de prazos recaiu sobre as distribuidoras, que tinham 82 dias, mas agora terão apenas 34 dias para conectar sistemas de microgeração (até 75 kWp) na rede elétrica.

A microgeração de energia elétrica por parte das unidades consumidoras proporciona inúmeros benefícios aos usuários dentre os quais é possível citar, a redução de custos na fatura de energia elétrica, valorização do imóvel e da marca, responsabilidade social e ambiental, aproveitamento de espaços ociosos, independência dos reajustes tarifários, sistemas com baixos níveis de manutenção, obtenção de certificações de sustentabilidade, excelente opção de investimento com ótimo payback.

Ficou interessado na geração de energia fotovoltaica? Entre em contato, a Erzinger Soluções Ambientais possui toda tecnologia e domínio técnico para projeto e instalação de sistemas fotovoltaicos em todo o Brasil. energiarenovavel@erzinger.com.br, ou pelo telefone (47) 2101-1391.

Cabina – Uma área classificada

Se você trabalha na indústria, sabe que existem algumas regiões de fábrica em que os equipamentos devem estar preparados para absorção e eliminação de qualquer risco de explosão existente. Esta condição também é valida para cabinas de pintura a pó eletrostático (CPPE) que em determinadas condições podem tornar-se potencialmente explosivas.

Após estudos específicos sobre a classificação de cabines de pintura segundo a norma NBR IEC 60079 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) as cabinas de pintura a pó da Erzinger estão classificadas segundo a norma com a codificação do Regulamento da Avaliação de Conformidade (RAC) BR Ex-s III D20 T4, onde:

  • BR: indicação do país Brasil
  • Ex-s: equipamento com proteção especial, as CPPE’s não se classificam em nenhum outro tipo de proteção;
  • III: equivale a poeira (combustível);
  • D20:segundo literatura são equipamentos para instalação em superfície, atmosfera explosiva sempre presente (temos sempre pó de tinta em suspensão e na parte interna da cabina), tarureza da atmosfera é pó (D) e a zona é 20 sempre presente;
  • T4: considerou-se a superfície mais aquecida do equipamento, que é o motor do ventilador, mesmo este estando fora da zona classificada

 

A Erzinger tem em suas cabinas CPPE as seguintes áreas classificadas: Interno Zona 21, frontal e parte traseira Zona 22 e caixa de pó e suas imediações Zona 20. Estando apta a fornecer memoriais descritivos, e documentações oficiais para estudo de limites de explosividade e classificação de áreas.

 

Devemos então que ainda que cabines de pintura sejam equipamentos potencialmente explosivos, as cabines da Erzinger tem como diferencial a alta segurança do equipamento, mantendo quaisquer componentes potencialmente geradores de faísca e aquecimento fora das áreas classificadas.

Academia ERZINGER

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A ERZINGER realizou-se no dia 07 de Junho em Joinville-SC a turma inaugural da Academia ERZINGER, um programa de Capacitação Técnica voltada a operação e manutenção de equipamentos de tratamento de superfície e pintura.

Este programa foi cuidadosamente desenvolvido pela equipe ERZINGER ao longo de 3 anos com objetivo de entregar o melhor conteúdo prático / teórico das instalações industriais de pintura, permitindo a seus clientes extrair os melhores resultados operacionais, bem como atender aos requisitos vigentes de segurança.

Participaram do evento profissionais de vários segmentos de mercados: usuários, engenheiros e coordenadores que aplicam pintura em seus processos. Os temas foram muito bem apresentados pelo Instrutor Técnico Edemilson C. Silva, organizador do programa e especialista da ERZINGER em capacitação.

A próxima turma já possui data marcada para 10 de Agosto de 2016 em Joinville, com o tema “Pré-tratamento e Pintura E-coat”. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas pelos contatos (47) 2101-1304 ou academia@erzinger.com.br.

Saiba mais sobre pré-tratamento de superfícies

cadeiraSe esta imagem de alguma forma lhe é familiar, muito provavelmente temos uma idade próxima, entre os 25 e 35 anos, elas eram muito comuns na Década de 90 e eu achava incrível como, iniciávamos o ano com um delicioso cheirinho de madeira nova dentro da sala, rapidamente substituído por carteiras riscadas e enferrujadas. Mas antes do questionamento sobre a real educação presente no fato de uma criança que desenha na carteira escolar, quero aqui, trazer nosso problema para a ótica industrial.

Afinal, por que, carteiras escolares, novas, recentemente pintadas, enferrujam tão rapidamente? A resposta a esta pergunta pode ser bem diversa, porém, é possível determinar rapidamente, que o processo de pintura de um produto sem a devida preparação da superfície para o recebimento da tinta, certamente, resultará numa baixa durabilidade do revestimento aplicado.

Por esse motivo, em processos de pintura de alta qualidade, antes da aplicação da tinta, seja líquida ou em pó, a preparação da superfície da peça tornasse imprescindível para uma alta durabilidade da pintura. Este processo pode variar de acordo com o tipo de peça, bem como, o tipo de óleos e sujidades presentes no produto. Os processos básicos de pré-tratamento utilizados são o desengraxe, seguido de fosfatização, que pode ser, basicamente, por fosfato de Ferro, Zinco, Zinco Tricatiônico ou tecnologia Nanocerâmica. Cada tipo de fosfato é mais ou menos adequado, a cada tipo de peça e material.

As mais diversas configurações de equipamentos de pré-tratamento podem ser utilizados para aplicação dos produtos necessários ao processo. O pré-tratamento da superfície pode ser realizado de forma contínua, através de um túnel de lavagem por SPRAY, ou por bateladas, onde as peças são acomodadas em um cesto que passa pelo processo sendo transportado por uma talha manual, ou um carro de transferência automático.

Ficou com dúvidas? Entre em contato!

Não perca nossos posts, e mantenha-se informado sobre o que realmente importa para uma boa operação e manutenção de seu equipamento de pintura.

Bem-vindo ao BLOG ERZINGER

erzinger empresaO processo de pintura industrial de alto desempenho, como é conhecido, exige uma série de equipamentos e acessórios para que a deposição da tinta ocorra de forma adequada. Em geral, um bom processo de pintura iniciasse com a correta preparação da superfície que receberá a pintura, podendo ser um processo mecânico de lixamento ou jateamento da superfície metálica ou pode também ser realizado por um processo químico de desengraxe e deposição de fosfatos no substrato da peça, a fim de melhorar a aderência da tinta à superfície.

Em outros casos ambos os processos podem ser utilizados em conjunto para melhorar alguma característica mecânica necessária ao produto. Ao fim de processo de pré-tratamento, a peça é transferida à cabine de pintura, onde, tintas líquidas ou em pó são depositadas na peça conforme a necessidade do produto. Após a aplicação da tinta na peça, o produto necessita passar por uma estufa com troca de calor por convecção, a fim de realizar o processo de secagem, e/ou, polimerização da tinta.

E eu tenho a certeza de que neste estágio, se você não é um trabalhador do ramo da pintura, você deve estar, provavelmente, com mais dúvidas agora, do que estava quando iniciou a ler estes parágrafos. Mas não se preocupe, o BLOG ERZINGER chegou para solucionar todas as suas dúvidas com relação a este assunto tão diverso e complexo como pinturas industriais de alto desempenho.

Acompanhe nossos posts, envie-nos suas perguntas, estaremos nos próximos posts transferindo ao nosso Blog todo o aprendizado de mais de 38 anos de experiência no projeto, fabricação, instalação e pós venda de equipamentos para pintura industrial com o mais alto grau de desempenho e eficiência. Venha conosco nesta aventura.